To my warm place

Home Mensagem Arquivo Submit Theme


20 Aug, 2014
0 notes

Reblogar

Me diga onde você está indo ou

O que está errado

Eu senti você ir embora antes

De você ter ido

E me abrace agora

Ou nunca me abrace de novo

Sem mais conversa

Pode me tirar essa dor

Dor que sinto

Veja a luz da lua brilhando sobre a

Sua janela

A veja ir embora

Fiel como ele veio

Agrade a si mesmo para

Não ter medo

Faça as pazes

Ou siga em frente de outra maneira

Outra maneira

Me diga o que você estava pensando

Para tratar alguém assim

O cuidado que ele tomou

Até onde ele iria

Carvões são quentes de atravessar

Sem seus sapatos

Mas no final

Sei que você não tem nada a perder

Nada a perder

1 Jul, 2014
1,205 notes

Reblogar

chelsieautumn:

cassidysummer:

just-klaine-love:

Take a second to watch this amazing video about what it means to “do things like a girl”, you won’t regret it!

Sexist jokes and comments aren’t “not hurting anyone”. Girls are taught from a young age that they are weak, and boys are taught from a young age to treat them that way.

I love guys and girls and believe they both have something unique and awesome to bring to the table….but using one or the other as an insult is not okay. It’s a thought process that can begin to change.
28 Jun, 2014
1 note

Reblogar

B.

2 Jun, 2014
0 notes

Reblogar
"There’s a big
A big hard sun
Beating on the big people
In a big hard world"

Eddie Vedder

2 Jun, 2014
0 notes

Reblogar

Eu liguei, nos encontramos e tentei fazer do dia o melhor que pude. Recebi isto. :,) 

Ei! Não respondi suas mensagens porque estava concentrada no trabalho. Fiz uma análise semiótica de um livro que se chama “O Teorema Katherine”, do John Green. Não é um dos meus livros preferidos, mas eu me peguei lendo o final, mais uma vez. E pensei em você. Ok, mais precisamente em nós. Segue um trecho do livro. (Você deve parar aqui caso não queira ler spoilers). "Assim, Colin passou batido pelo Hardee’s e pegou a interestadual no sentido norte. Conforme as faixas de rodagem iam passando, ele pensou na distância entre o que há entre o que lembramos e o que aconteceu, na distância entre o que prevemos e o que vai acontecer. E no espaço criado por essa distância, Colin pensou, havia espaço suficiente para se reinventar…espaço suficiente para se transformar em algo, que não um prodígio, para refazer sua história de um jeito melhor e diferente…espaço suficiente para renascer, quantas vezes quisesse. (…) Havia espaço suficiente para ser qualquer pessoa - qualquer uma, exceto a que ele já fora, porque se tinha uma coisa que Colin havia aprendido em Gutshot, era que não se pode impedir o futuro de acontecer. E, pela primeira vez na vida, Colin sorriu pensando no futuro infinito que se descortinava à sua frente." Fiquei pensando em tudo o que conversamos hoje. Sobretudo em relação aos nossos ex’s. Sabe, eu preciso confessar que eu não tenho ciúmes quando você fala das garotas com quem já esteve. E acho que seria um desperdício do meu tempo procurá-las, seja onde for, só pra saber se elas são melhores ou piores do que eu. Creio que eu nem sequer teria critérios para analisar isto. Fico pensando que, se elas contribuíram para você se tornar a pessoa que eu conheci nas últimas semanas, então elas desempenharam um bom papel, o qual eu deveria inclusive agradecê-las. E para por aí. Não me importo se foram bonitas, chatas, insensíveis, ou seja o que for. Me importo com você. Com o que você tem a me oferecer hoje. Talvez, se eu tivesse lhe conhecido, sei lá, três anos atrás… Talvez eu não me importasse, talvez, por qualquer motivo que fosse, você não fosse ~meu tipo~. Lembrei do que eu li na coluna do Ivan Martins uma vez. ”Eu penso no amor como um voo de longa distância. O avião precisa estar carregado com o tempo da relação, com o prazer que ela proporciona e com a lealdade em que ela está baseada – mas as pessoas ainda têm de concordar sobre o destino. Se eu quero ir à Tóquio e você à Nova York, precisamos embarcar em vôos diferentes.” Talvez, portanto, anos atrás, quando você conheceu sua primeira namorada, se você tivesse me conhecido ao invés dela, estivéssemos embarcando em voos diferentes. Não sei. Acho que as coisas acontecem por um motivo. Sempre. Independente se o desfecho é bom ou ruim. O que sempre fica são novas lições, novos aprendizados e recordações prazerosas. Por isso não consigo ter ciúmes das suas relações anteriores, e só queria que você soubesse o motivo. Não é porque eu não me importo com você, e consequentemente, não me importo com seu passado. Me importo demais, com cada passo que você deu pra estar onde está hoje. Quero saber de você tudo aquilo que se sentir à vontade para contar. Sem nunca lhe julgar ou condenar. E não significa, que por eu pensar assim, o ciúmes que você possa ter dos meus ex’s é algo inadmissível. Eu compreendo. Acho até certa graça, e não me incomoda. É isso o que eu queria: compartilhar, sem nunca anular o que o outro é, baseado nas experiências que o outro teve. Senti uma paz enorme com você hoje. Me peguei pensando no quanto seria prazeroso passar horas e horas olhando pra você, sorrindo com você, rindo do seu jeito engraçadinho, e conversando assuntos sérios. Ou somente horas e horas passando a mão no seu cabelo. Também me peguei pensando que lhe devia uma resposta sobre o que você me propôs hoje. E também no seu pedido de não deixar de escrever. Não me importo que o meu jeito de escrever te lembre a sua ex - contanto que isso não te faça nenhum mal -. Talvez - e saiba que acredito veemente nisto - esteja na hora de criar novas memórias, novas referências, sabe? Algo pra nós dois, que seja de nós dois. Algo que me faça lembrar subitamente de você ao ouvir uma música no carro. E que me faça sorrir involuntariamente ao lembrar de algo engraçado que você disse. E talvez isso -  pequenas coisas -  afastem os fantasmas de nossos antigos parceiros. Não anulando tudo o que já sentimos, mas permitindo sentir de novo, evoluir e crescer. (Mais spoilers) “Lindsay virou-se para Colin e disse: - Sabe, a gente podia simplesmente continuar. A gente não precisa parar. (…) - É. Cara. A gente podia, não podia? Seguir em frente.”


No livro, eles estão seguindo estrada. O Colin havia fracassado em seu propósito de estabelecer um Teorema para os seus relacionamentos. E ao invés de estabelecer prazos, condições, análises de fatores, eles decidem apenas “seguir em frente”. Talvez você não entenda o que eu queria lhe dizer. Talvez eu ainda esteja influenciada por essa coisa de semiótica - que faz a gente analisar coisas e signos que nem sequer existem na cabeça de um leitor qualquer. Mas eu acho que existe uma metáfora aí. Seguir em frente não é só continuar rumo à estrada, mas é seguir juntos um caminho desconhecido. E é isso o que eu quero, seguir com você um caminho desconhecido. Não me importo que ele seja tortuoso, escuro, ameaçador ou o que for. Ora você me guia, e ora eu te guio. 


Obrigada pelo dia de hoje. 


P. 

30 May, 2014
0 notes

Reblogar

Olha só, hesitei bastante antes de decidir o que iria responder. Tive receio de que o que aconteceu se transformasse em um fantasma a me perseguir na relação que nós pudéssemos construir - seja ela amorosa ou não, duradoura ou não. E depois tive receio de que minha resistência pudesse nos privar de uma experiência legal e construtiva. Cheguei em um impasse. E lembrei de algo que li certa vez que dizia que pensar duas vezes corresponde a distancia entre os que sonham e os que vivem. Enquanto eu pensava nisso, ouvi “Quando crescer”, da Fresno. Entre outras coisas, a letra diz “Então escolha de que lado vai jogar, pois, ao meu lado está sobrando um lugar”. Fiquei pensando no quanto eu estou acostumada a ser só, no quanto fiz da solidão amorosa um escudo, a fim de evitar estreitar qualquer tipo de relação, por me sentir suficiente, auto suficiente. Só recentemente, comecei a sentir falta de fazer falta, e ter saudade de ser o motivo da saudade de alguém. E talvez seja isso. Querer alguém por perto. Compartilhar. Dividir. Crescer juntos. Muito mais do que ter a exclusividade de alguém, do que ter algum tipo de controle ou domínio sobre alguém. Alguém uma vez me mandou uma música que dizia “havia fantasmas em seus olhos, de todos os garotos que ela havia mandado embora.” Eis uma verdade sobre mim, que eu demorei a reconhecer. Achei que você merecesse saber. E a verdade é que, eu não quero deixar você ir embora sem dar uma outra chance. Sem lhe dar o benefício da dúvida. Talvez eu me decepcione outra vez. Talvez eu me surpreenda. Mas é como dizem “você nunca conhece alguém tão bem até ouvir o seu coração”. E isso é o que posso fazer por você. Eu também entro de férias por agora. Ainda não decidi o que fazer, mas eu vou ter tempo de sobra. E outra coisa, eu comemoro meu aniversário amanhã. Se você achar que pode ser uma boa oportunidade pra gente se ver, você pode me ligar ou mandar mensagem. 

P.

http://www.youtube.com/watch?v=nxSpG7Wj_mo

(ouvi essa música no carro hoje e por alguma razão eu lembrei da sensação de olhar nos seus olhos)

Obrigado por existir P. Isso tudo que está acontecendo me faz ter mais amor próprio, me fazer pensar que eu realmente valho a pena.

29 May, 2014
0 notes

Reblogar

"O que eu posso fazer?" é  uma pergunta para a qual eu não tenho uma resposta. Isso é entre seu coração, sua mente e seus desejos. E o que você vai fazer com isso, só você pode decidir. Não sinta como se você me devesse algo. Seja o que for que esteja buscando, em caso de eu ser o destino de onde você deve estar, você saberá onde me encontrar. Tente se lembrar do que eu disse a você,  enquanto estávamos juntos, talvez isso lhe ajude a se decidir.

P.

Obrigado pelo norte, fiquei ponderando o que eu quero entre meu coração, mente e desejos e fiquei muito feliz por pensar desta forma, aliás, usarei este modo pra tudo o que eu fizer. Desse jeito não fico totalmente focado em “desejos” que são muitos e também não serei nem sempre tão racional que eu perca de vista o que meu coração quer. Eu quero alguém com quem possa compartilhar eu mesmo, sabe? Me doar um pouco para ver se sai um pouco desse Eugênio impulsivo. Quero alguém do meu lado para aprender coisas novas, colocar o pé no chão com outros pensamentos, pensamentos novos, novas experiências para que eu possa manter a evolução. Eu queria fazer um trato com você. Entro de férias amanhã, ficarei grande parte dela aqui em BH, se você aceitar eu queria poder sair contigo, do jeito que as coisas tivessem seguido se eu não tivesse desviado de caminho sem nem mesmo antes iniciá-lo. Por um tempo só que seja, pra você ver a convivência comigo, olhar nos meus olhos, tentar enxergar meu coração, ver se tem algo bom nessa mistura. Do próximo dia em que a gente se encontrar, até o dia que eu voltar da minha cidade, pra que possamos lidar com a distância de alguns dias também, já que mesmo que hoje não seja tão frequente, eu vá pro interior e não fico por perto. O que você acha? É capaz de me dar a chance de juntar as coisas e tentar ser um bom par? O par que a gente conversava sobre. O que eu posso fazer é ser o melhor que possa ser.

Sobre seu aniversário e a mudança: parabéns! Me desculpe pelo “primeiro presente” que eu te dei mas nós vamos consertando isto com o tempo, um amor após o outro. Parabéns por ser o tanto que é mesmo pelo pouco que te conheci, à primeira vista pra mim você é o tipo de pessoa que é madura o suficiente e terna na medida certa pra resolver qualquer tipo de problema na sua vida com uma facilidade que agora nem aparece, mas se olhar um pouco de longe e pro futuro, só se vê sorrisos e nunca rancores. Parabéns por dar o primeiro passo na mudança, apesar do que está acontecendo agora, familiarmente falando, também se resolverá e eventualmente acabará se encaixando da melhor maneira. Amor de família é puro e infinito, pode não estar sendo usado da maneira certa ou alocado onde deveria estar mas isso são só momentos, aos poucos se acerta também, passo muito por isso. Espero que também na sua nova convivência, como presente, que haja amor para resolver os problemas mais cotidianos, porque estes desgastam muito pro pouco esforço que valem. Tudo se encaixa, repito, e tudo passa pra um momento melhor eventualmente. Quero te dar um abraço! 
Carinho.
EM.
28 May, 2014
0 notes

Reblogar

3 dias depois

Existe algo que você esteja disposto a fazer para se redimir ou ficamos por isso mesmo? 

P. 

E então

Fiquei pensando muito sobre isto ontem e hoje. Ia escrever algo pra você no seu aniversário, no dia da mudança, falar sobre se encontrar. Estava quase desistindo de me redimir (ia escrever mesmo assim), mas aí lembrei de quando te disse que ia pro Recife em julho, e você falou “Ahh, não vai, tenho ciúmes!”. Há muito tempo não ouvia isto, muito mesmo. Já parecia que ninguém se importava em eu ficar por perto, já que sempre estou viajando por aí, afinal cultivei essa imagem nos últimos tempos. Mas não deixava de me sentir triste quando ninguém falava “Fica este mês”. E isso me deu força. O que eu posso fazer? Não quero ficar por isso mesmo.

EM.


Theme