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29 Aug, 2014
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godmoves:

one step at a time.

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29 Aug, 2014
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talkstostrangers:

THE KILLERS DISCOGRAPHY 2004 / 2013

28 Aug, 2014
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Estava revendo as postagens do meu blog pessoal e vi um poema que me lembrou aquele domingo.

El poema más corto del mundo: tú

Apesar de curto o dia que passamos, para mim pareceu muito, tanto que senti as horas juntos se repetirem naquela mesma noite quando me dei por pensar na constelação feita de pintas pelo seu braço, do doce de sua boca grande na minha, d’eu te dar colo por alguns minutos e você ficar se afagando em mim mesmo pequeno que sou. Confesso que alguns momentos em nossa conversa tentei parecer mais adulto, não sei bem porquê, talvez pra você estimar-me de alguma forma, mas deve ser mesmo por que parte de mim ainda tem a minha idade. Depois que me vi trêmulo por nada, me acalmei, voltei a mim, fiquei a vontade novamente e comecei a te ver daquele jeito que eu disse; uma energia cintilante emanando, só que muito diferente dessa vez, parecia bem comigo mas mais madura e firme. Deitado, ao olhar para o meu mapa comecei a comparar a vida e você inteira à um navio, com comandantes bem experientes e poucos, mas também marujos de primeira viagem, cujo mares ainda hão de desbravar e os velhos de substituir. E barco a vela como eu, com alguns miados companheiros, queria só estar ali mesmo que de passagem pra poder velejar em mar seguro que você parecia estar passando. Era boa a sensação de vento gelado com um emaranhado de cabelo no meu rosto e cheiro crepúsculo parecido com do interior, tanto lá, que volto cá e fico rindo sozinho em imaginar você lendo isto. Talvez ache sem graça, confuso e com muitos rodeios, ou até goste e comece a rir também por nenhum motivo aparente. A única certeza que eu tenho é que em algum momento você vai abrir um sorriso, não qualquer um, mas um sorrisão lindo dessa boca linda, tal como o que tirava o cabelo do meu rosto e precedia o beijo. Pensar nisto me dá vontade de voltar lá na Praça pra conversar e conversar e conversar… Mas principalmente te ouvir, descobri lá que sua voz, além do tato, acalenta. Ah se eu soubesse disso antes te comprava um tim e faria que nossas conversas esporádicas pelo facebook tivessem sido pelo telefone. Ficaria rindo e bobo em te ouvir falar que está com vontade de um beijo meu e excitado quando falasse que estava indo pro banho pra já me ver ou escutar-te falar que não garante poesia e mostrar-me o contrário. Isto tudo me agradou bastante, então eu volto no começo, em “Tú”. Tu que dei pouca bola depois do Amsterdam mas com o tempo e domingo vi inteira poesia. Tu que és tu e por assim ser se faz poesia nova pra ser lida a vida inteira. Tu, curta nada, alta sim. Tu, que na totalidade do curto poema cujo autor nem sei, se faz toda. Tu, que quero mais um beijo nem que tenha que entrar pela janela do carro. Tú, sem aspas.

EM to PA

28 Aug, 2014
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Nude Portraits series by photographer Trevor Christensen

holy crap this is adorable

27 Aug, 2014
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27 Aug, 2014
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Similarities between Breaking Bad and Pulp Fiction.

25 Aug, 2014
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